sexta-feira, 31 de julho de 2009

Pode entrar!



Não sei bem porque fiz esse blog.
Quero dizer, por que o fiz agora? Talvez o tempo de sobra das férias escolares nos leva a fazer coisas que não seriam possíveis na rotina (chata e cansativa) de sempre. Pois bem, eu e um amigo estávamos conversando pelo messenger hoje pela madrugada, quando ele me recomendou um blog de um amigo dele: o frenesi (http://frenesibr.blogspot.com/).
Achei super interessante o estilo desse blog. Me chamou atenção a forma como ele escrevia, principalmente os detalhes. E lendo suas postagens fiquei empolgado para fazer o meu próprio blog. E aí está o resultado.
Depois de fazer uma pesquisa em outros blogs, vi que ao contrário do que pensava, o blog não é apenas um diário pessoal. Nele, é possível mostrar sua opinião sobre os mais variados assuntos, fazer comentários sobre o mundo da TV, e ainda divulgar poemas e trabalhos de sua própria autoria. Claro que um blog não se limita a isso, mas já é um bom começo.
A minha primeira postagem é um poema de minha própria autoria (sim!), e é intitulado 'Medo'. Havia algum tempo que já estava pronto, mas esperava a oportunidade de mostrá-lo. O alguém do poema, ao ler ele, vai saber do que estou falando. E você leitor, fique a vontade para interpretá-lo do jeito que quiser.
Então é isso, seja convidado a entrar no . V I D A C O M U M . e junto comigo embarcar no começo dessa jornada instigante que é a vida virtual. Jornada esta que ainda terá muitas histórias pra contar!
Abraços ;)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Medo

Um dia, um certo alguém me disse que não gostava de surpresas, e eu lhe perguntei o porquê. Esse alguém me respondeu que tinha medo; medo do que poderia vir junto com essas surpresas. Lhe pedi que me dissesse uma coisa que poderia vir junto com a surpresa. Ela me respondeu: a mudança. Então fiquei me perguntando: porque a mudança causaria medo a alguém?
Conversando um pouco mais, esse alguém falou que a mudança era muito imprevísivel; que não é possível saber as suas consequências, e por isso lhe amedrontava tanto. Então eu disse que não pensava assim. Argumentei que o problema era que as pessoas se preocupavam demais com o futuro. Sugeri que esse alguém parasse de se pré-ocupar.
Esse alguém respondeu que tinha medo de colocar a mão no fogo por uma pessoa, achando que a conhece o suficiente para não se surpreender com nenhuma atitude dela. E então a mudança chegar e acontecer o que ela não esperava: uma decepção, e consequentemente, a mão queimada.

Com isso começei a entender tudo. Esse alguém estava apenas com medo de amar.