Um homem morava em um sítio, com seu filho, e não queria que o garoto fosse agricultor como ele. Não é que não tivesse orgulho de ser um, afinal ele adorava fazer aquilo, mas agricultor não é uma profissão lá muito reconhecida.
Então, vendeu todas as suas terras e comprou uma minúscula casa na cidade; o resto do dinheiro depósitou em um banco. Matriculou o filho em uma escola pública, mas sempre estava encima, acompanhando os seus estudos. A medida que o tempo passava, o garoto, agora um rapaz, foi mostrando interesse por odontologia. Nesse meio de tempo, o homem que estava muito confiante que seu filho entraria em uma faculdade pública, entrou em um consórcio de automóveis com o dinheiro no banco que havia rendido, e saiu com um carro.
Apesar de muito estudo, o rapaz acabou sendo aprovado apenas em uma faculdade particular. Sem condições de pagar a mensalidade, o homem decidiu vender o carro e mais uma vez apostar no futuro do filho. Com esse dinheiro ele conseguiu pagar as primeiras mensalidades, até que o filho arranjou um emprego como ajudante de um conceituado dentista, fazendo pequenas restaurações, obturações e higienização bucal, podendo assim ajudar nas despesas. O rapaz ficou conhecido, e pouco tempo depois de se formar já tinha sua própria clínica. Sua vida já não era mais a mesma, vivia na correria rotineira dos tempos modernos.
Em um desses dias, atrasado para atender um paciente, passa correndo pela rua distraído. Uma mulher chama um policial que estava próximo e diz que acabara de ser assaltada por um homem negro e alto. Sem dúvidas, o policial atira no distraído dentista. Um tiro na nuca, não escapou. O pai dele, que morreria um mês depois de ataque cardíaco, em meio a lágrimas, deu um depoimento para um jornal de TV: Meu filho, o meu querido dentista, morreu porque era negro, e só por isso. _____________________________
Pense nisso, tire suas próprias conclusões e reveja seus valores.
Carlinhos Vergueiro Antes de Dormir Eu só quero mais um copo antes de dormir Porque eu tenho muito tempo Porque eu tenho muita pressa Porque eu tenho muita sede Porque eu tenho muito medo De tudo o que vai fechar De tudo o que vai ter fim
Está tudo tão calmo Calmo demais... Está tudo muito morto Morto demais... Quem sabe amanhã, quem sabe? Quem sabe amanhã, quem sabe? Porque eu tenho muito tempo antes de dormir Porque eu tenho muita pressa antes de dormir Porque eu tenho muito medo antes de dormir Quem sabe amanhã, quem sabe? Quem sabe amanhã, quem sabe?
Eu só quero mais um copo antes de dormir.
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P.S.: E no fim a injustiça foi explicada, tudo foi explicado. Não adiantou de nada sermos adiantados em relação aos fatos, só criamos falsas hipóteses. E no fim, tudo ficou bem.
Injustiça é quando, além de a justiça não ser respeitada por algum(ns) indivíduo(s), houver impunidade para esses que burlaram o sistema jurídico, ético ou moral. A injustiça também existe como causa de problemas de relacionamento. (Wikipedia-Injustiça)
"Anima-te por teres de suportar as injustiças; a verdadeira desgraça consiste em cometê-las." (Pitágoras) "Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado." (Platão)
"Se sofreu uma injustiça, console-se; a verdadeira infelicidade é cometê-la." (Demócrito)
"Quem critica a injustiça fá-lo não porque teme cometer ações injustas, mas porque teme sofrê-las." (Platão)
"Se não punires uma injustiça, tu mesmo estarás praticando uma." (Publílio Siro)
"É melhor sofrer uma injustiça que praticá-la, assim como às vezes é melhor ser enganado do que não confiar." (Samuel Johnson)
''Ver a injustiça acontecer e não poder fazer nada, é injusto.'' (Milton Oliveira)
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Não, eu não fui injustiçado, mas pessoas de quem realmente gosto foram. E é agoniante ver as coisas acontecerem assim. Segunda vai ser um grande dia, talvez a gota d'água para uma sucessão de acontecimentos muito importantes. Vamos ver quem ganha.
Toda quinta-feira, a minha professora de História do Brasil, Elizabeth, por algum motivo em especial inicia a aula com uma mensagem. São histórias curtas, frases, entre outras coisas que muitas vezes podem parecer não fazer sentido, mas sempre têm uma lição no fim. Então decidi postar essas histórias e compartilhar com vocês.
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Reflexão do dia 22/10/2009.
Dois homens, que se diziam amigos, estavam numa savana na África. Andavam despreocupadamente quando viram um leão. Um deles, começou a amarrar o cadarço da bota, apertando bem. O outro perguntou:
- Você acha que com essas botas vai correr mais do que o leão?
Ele respondeu:
- Não, mais do que você.
Moral da história: Hoje a sociedade está repleta de falsos amigos. O sentimentalismo ficou de lado, e em seu lugar ficaram a ganância e o individualismo. É como se todos os dias vestissimos uma 'armadura' para ir ao trabalho, a escola, seja onde for. Essa 'armadura' serve para nos proteger das inúmeras flechas que lançam contra nós, e nós, como somos humanos, também lançamos flechas para todo o lado. O mundo se tornaria muito mais harmonioso se não precisassemos dessas armaduras e tivessemos realmente amigos.
''Nós somos anjos de uma asa só, e para que possamos voar precisamos nos apoiar em outra pessoa. A essa pessoa nós damos o nome de amigo''
Finalmente! Uma semana depois de chegar de viagem estou fazendo esse post. Eu sei, é uma vergonha, e como eu disse o motivo mais convincente e verdadeiro para isso ter acontecido é a preguiça. Mas tudo bem, aí vai. _
Todo ano, no mesmo período, meu pai vai para São Paulo. O motivo? Os Salões do Automóvel e o Duas Rodas. A cada ano é um, e 2009 é ano de Duas Rodas. Já que meu pai tem revenda de motocicletas aqui, esse é o que mais prefere, para ficar antenado nas novidades e tal. Ano passado minha mãe foi com ele, mas desta vez foi a minha vez.
Tudo começou naquela quarta-feira, dia 7. Saí do colégio mais cedo para arrumar minhas malas. Geralmente as pessoas fazem as malas bem antes da viagem, eu não. Acho que a maioria dos homens também, somos mais práticos. Depois de terminar tudo que tinha para fazer, fiquei esperando o amigo do meu pai e o filho dele, com os quais iria viajar. Meu pai já havia saído, pois o voo dele era 5 horas antes que o meu, ao meio-dia. Então, exatamente às 14h saímos de Caruaru (minha cidade) em destino à Recife. A viagem até lá não é longa, apenas uma hora e meia de carro. No aeroporto, fiz um lanche e fiquei escutando a Jovem Pan, para passar o tempo. Na hora do embarque passei duas vezes pelo detector de metais, e na terceira tive que tirar o cinto da minha calça. Sim, ele era o causador de todos aqueles apitos. O voo foi suave, embora tedioso: ficar 3h e 35min sentado em um ambiente fechado e com crianças chorando não é lá essas coisas. A situação só ficou mais agradável quando começei a ler Amanhecer. Bella acabava de quebrar uma costela, por causa do crescimento excessivo de sua barriga, quando anunciaram a hora do lanche. Realmente fiquei animado com o aviso, porque só depois dele percebi que estava faminto. Mas, quando as aeromoças chegam na nossa cadeira, o que recebo? Bolinho recheado do Shrek, Club Social e um copo de refrigerante. Hm, deu para 'enganar' o estômago. Depois disso, o tempo voou, literalmente.
A primeira palavra ao chegar em São Paulo: Aaaatchim. Lá não é um lugar bom para quem é extremamente alergico. O clima doentil, um frio de doer nos ossos... Bem, talvez falo isso porque sou nordestino e acostumado com o calor excessivo. Esperamos meia hora para pegar nossas malas, e fomos para o hotel, onde meu pai nos esperava. Para muitos, a noite acabaria aí: tomar um banho quente, dormir e descansar bastante para aproveitar o outro dia. Mas não para meu pai. Ele convenceu todos a sair para aproveitar a noite paulistana. Próximo destino: Bar da Brahma. A localização do Bar é um dos lugares mais conhecidos da cidade, sendo citada até em uma música de Caetano Veloso. Sim, estávamos no cruzamento da São João com a Ipiranga, um dos lugares mais frequentados da noite de São Paulo. Fomos andando, o hotel é bem perto, e me arrependo até hoje de não ter levado a minha câmera para registrar tudo. Com um estilo moderno, mas sem perder o ar rústico, o lugar encanta. Primeiramente ficamos em uma mesa no ambiente externo, mas depois, quando o frio aumentou e consequentemente minha alergia também, entramos. Os corredores apertados, os lustres brilhantes, as escadarias, as paredes decoradas com anúncios antigos da Brahma, com fotos da cidade e a música ambiente... Tudo isso tornava as coisas ainda mais perfeitas. Começamos a procurar um local agradável, e ficamos no ambiente de samba-raíz (acho que é isso). Ao som de 'Deixa a vida me levar', cantada por uma banda composta só de mulheres, ficamos ali, apreciando as pessoas. De um lado, casais apaixonados beijavam-se, e de outro um grupo de mulheres, talvez na despedida de solteira de uma das amigas, tiravam fotos, cantavam, riam e dançavam com um profissional que ficava disponível. Pena que chegamos perto do fim, a banda se levantou e agradeceu. Então descemos e fomos para o pagode. Resumindo o restante da noite: contei 97 copos de chop passando pelas mãos das garçonetes, descobri que 'puxar um nugget' é o mesmo que se masturbar, segundo um amigo do meu pai, e ri bastante com o cantor, que apesar de cantar bem, estava bebâdo. Chegamos em casa às 3h da madrugada, mas só fui dormir umas 4h com o dia que viria...
Amanheceu, mas o sol não apareceu. Aliás, o céu de São Paulo se manteve cinza-nublado durante praticamente todos os 4 dias que estive lá. Tomei meu banho quente, me empacotei no casaco e saímos para enfrentar os 16 graus que fazia naquela manhã de quinta-feira. Próxima parada: 25 de março. Durante todo o percurso até lá íamos conversando com o taxista que por acaso era nordestino. Gosto de observar bem os lugares por onde passo, e estando em outra cidade então... Cada detalhe da cidade se torna motivo para fotos. Algumas que tirei de dentro do táxi:
Chegamos na 25 de março. É incrível, mas você tem que ter muito cuidado para não ir a falência. Lá, como todo mundo já deve saber, as coisas são MUITO baratas, e tem de tudo um pouco, de eletrônicos a roupas. Para se ter uma ideia: me ofereceram um pen drive de 120G por R$30! Como eu disse, se você não tiver um bom juízo, enlouqueçerá lá dentro. Ah, e tenha cuidado com as suas bolsas: ladrão lá é o que não falta, só esperam um vacilo seu. Entramos no Shopping 25 de Março. Muitos corredores estreitos, mas diferente do Bar da Brahma não dá charme nenhum ao local, nos faz ficar tontos. O Shopping tem uns 5 andares, ou mais, mas mesmo assim é muita coisa pra pouco espaço. Olhando de um lado a outro, três elementos básicos fazem parte do cenário: pessoas, aparelhos eletrônicos e principalmente chineses. É de dar nos nervos, aquele barulho todo, as pessoas gritando, atoladas de bolsas, e os chineses falando mais alto ainda coisas indecifráveis. Mas fazer compras é muito rápido. Você pergunta o preço de algo, tipo um iPhone, achando que vai ser um absurdo, aí ele responde: Cento e 'tlinta'. Comprado. Tá, não comprei o iPhone, mas presenciei essa cena inúmeras vezes. Pois bem, depois de passarmos a manhã praticamente fazendo compras, embora não percebemos o tempo passando lá dentro, saímos para comer. No lado de fora do Shopping o movimento tinha aumentado, registrei o momento:
Depois de almoçarmos, fomos para o Salão Duas Rodas. Outro mundo! Nunca imaginei que eles poderiam reunir tantas motocicletas e mulheres juntas, e o melhor: no caso das duas, cada uma mais bonita que a outra. Visitamos os stands da Honda, Yamaha, Suzuki e outros não tanto importantes como a Shineray. Mas enfim... É um colírio para os olhos. Pena que o Salão é muito grande, não dá pra ver tudo. Além disso, é muito cansativo. Saímos de lá pelo fim da tarde exaustos. Aí algumas das fotos:
Depois de sermos enrolados por um taxista e pagar uma fortuna pela corrida, jantamos em um restaurante perto do hotel, e fomos dormir. Acordamos tarde pela sexta, voltamos à 25 de março para comprar mais presentes, mas saímos logo, já estava ficando muito tumultuado por conta do dia das crianças. Depois passamos o dia no Jardim Europa: o bairro dos Artistas. Casas chiquérrimas, parques em cada esquina, paisagens desnumbrantes e ruas cheias de grifes, tipo Carmins, D&G e Coca-Cola. O taxista que pegamos disse que constantemente entravam madames no taxi, falando algo do tipo no telefone: Não amiga, fiquei com aquele outro vestido, o prata, de R$3.200. Mas não fomos olhar as grifes. Estavámos em direção a Av. Europa, famosa por reunir as concessionárias mais renomadas de carros importados. É uma sensação in-des-cri-tí-vel ficar ao lado de um Porsche, de um Audi ou de uma BMW. Mas principalmente de uma Ferrari. Na Ferrari, por exemplo, quando entramos o segurança nos dá duas recomendações: não toque nos carros e nem tire fotos.
Depois de mais um dia cansativo, voltamos, jantamos e fomos logo dormir. O sábado foi mais um dia de passeio turístico, passamos por parques, praças e monumentos... Pela tarde, fomos ao Shopping Ibirapuera. Chegamos lá, e tinha um movimento a mais em uma loja, fui conferir o que era. Tinha acabada de ser inaugurada a loja oficial do Corinthians 'O Poderoso Timão'. Não resisti e comprei um samba-canção estampado pro meu tio que é fanático; (Não sou Corinthiano). À noite, fomos dormir um pouco mais tarde. Ficamos numa praça perto do hotel, conversando. Quando voltamos, era hora de arrumar as malas. O domingo seria um dia longo, tínhamos que pegar voo e não queríamos nos atrasar.
Amanheceu, e dessa vez fez sol. Acho que foi perseguição, no dia em que vamos embora isso acontece. No caminho para o aeroporto pegamos a Marginal Tiête, mas não como vemos constantemente na TV: engarrafada e extressante. Foi um passeio agradável, e digo que se o rio fosse limpo a paisagem seria perfeita. Chegamos, fizemos logo o check-in, demos uma volta e tomamos café, então aconteceu o episódio que contei no post anterior rs. Nosso voo partiu às 9h 15min, e chegamos às 11h 10min em Recife.
Vista aérea de São Paulo. Vista aérea de Recife.
Conclusão: A-do-rei a viagem, perfeita! São Paulo é uma cidade com muita coisa pra se ver, realmente vale a pena. Mas não queria morar lá, além da correria é muito frio. Prefiro o meu Nordeste sempre quente e ensolarado rs.
_ P.S.: Sim, sempre fui abismado com os banheiros de aeroporto. E sempre que conto a alguém dizem que é exagero meu. Pois bem, aí está a prova de que não é:
Esse é um bom motivo para eu não fazer o post que prometi. Sabe, ainda tô me acostumando com a velha rotina de antes, muito mais quente do que a de São Paulo. Juro que será logo, é apenas o tempo para criar coragem e fazê-lo. Enquanto isso, fiquem com um episódio hilário que aconteceu no Aeroporto de Guarulhos, sábado passado:
Para começar, tomei o café-da-manhã no próprio aeroporto (se é que um Quarteirão e um grande copo de Coca é considerado um café-da-manhã). Como não como muito, isso me satisfez o suficiente para não ficar com fome durante o voo, até porque amendoim e club social não enchem barriga de ninguém. Depois disso, fui ao banheiro, cheguei e procurei um lugar vago. Lá dentro não tinha um cheiro muito agradável, então tentei abrir a porta de uma das cabines para sair logo, mas estava ocupada. Tentei uma ao lado, ocupada também. Tentei a terceira, e adivinha? Ocupada. Já estava apertado e fui verificar se tinha alguém mesmo dentro, se tinham fechado por dentro ou se era eu que não conseguia abrir a porta de jeito nenhum. Então olhei por baixo das portas e me deparei com a seguinte cena:
Não teve como evitar: soltei uma gargalhada dentro do banheiro. O faxineiro que passava por lá me encarou, não entendendo nada. Então apontei para onde estava olhando e ele riu também. Tirei a foto, o fedor aumentou e saí para procurar OUTRO banheiro, porque pelo que me parecia, eles iam demorar um pouco mais ali.
Ele não começa com "era uma vez" e nem termina com "felizes para sempre". ele começa com um sorriso, uma lágrima. ele começa com palavras doces, simpáticas e verdadeiras. ele começa com um olhar, com uma conversa. ele começa como uma música, que faz todos entrarem nela e envolve cada vez mais em suas armadilhas. independente das pessoas, dos lugares, e dos tempos, sempre vai ser amor. o amor não é feito de palavrinhas idiotas, o amor é feito de grandes gestos, como aviões levandos faixas sobre estádios, propostas em telões, ou palavras gigantes escritas no céu. o amor é ir mais além mesmo que doa, deixando tudo pra trás . o amor é encontrar uma corajem dentro de si que nem se sabia que existia !
Hoje estou muito triste. Talvez perderei a única oportunidade de conhecer uma amiga, ou melhor, uma IRMÃ. Willena, talvez não seja a nossa hora, talvez Deus não queira que seja assim, mas aconteceça o que acontecer, você sempre será minha irmã santista que amo muito. Eu preciso te ver :/
Estou em São Paulo. Quando voltar irei fazer um post inteiramente dedicado a essa viagem e compartilhar com vocês alguns fatos curiosos que passei, o dia-a-dia da cidade brasileira que não pára. Ah, como não estou na minha cidade, estou faltando o colégio e hoje, dia da aula da professora Elizabeth, não tenho como postar a 'Reflexão de quinta'. Mas prometo que procurarei saber da mensagem com alguém que foi para o colégio e se der, amanhã já posto. Abraços pra todos :*
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'Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.' - Pitágoras
Procurava um jeito de sair. O ar já me faltava, tudo estava muito escuro e confuso. Foi quando passou-se um filme pela minha cabeça. Não aquele filme de quem estava prestes a morrer, mas sim um outro, aquele de quem está prestes a surtar. No filme, tardes ensolaradas, conversas jogadas fora, e ela. Já não aguentava tanto sofrimento, e preso ali, em meus pensamentos, só pensava naquele amor estranho e impossível. Uma sensação horrível tomou conta do meu corpo, obrigando-me a martilizar ainda mais a angustia que sentia. Mas foi preciso apenas um simples gesto para que tudo mudasse: - Não, você não me merece. E então tudo ficou claro e nítido. Eu não pertencia a ela e ela não pertencia a mim. ______________
Boa música, não pode faltar no seu mp3 (: Versão sem interrupções de Kanye West. ______________
Nossa, desde da minha última postagem tantas coisas aconteceram: O Rio de Janeiro foi escolhida como sede nos Jogos Olímpicos de 2016, minha professora de Português disse que ninguém era tapado e que todo mundo tinha bunda (após soltarem um pum na aula), Honduras declarou fim do estado de sítio, o Pânico na TV voltou a Itambaba (praia de nudismo, na Paraíba), meu pai completou 43 anos, 5 pessoas já estão sendo investigadas por serem suspeitas de estarem envolvidas com o 'vazamento' do Enem... E eu? Vagabundando, como sempre.
Como da primeira vez, não deu pra postar ontem. Mas aí está: ________________
Responda só para você: Por que o mar é tão grande, tão imenso?
Porque ele é humilde. Ele não precisa ser superior para ser grande. Rios, lagos, cachoeiras, todos estão acima do nível do mar, mas nenhum é tão grande quanto ele. Todos são 'superiores', mas no fim acabam sendo despejados no mar, aumentando ainda mais o seu tamanho. Não queira ser superior aos outros, e sim a você mesmo; supere-se. O mar pode estar revolto ou calmo, assim como a vida, que tem seus altos e baixos. Mas apesar disso ambos não param, estão sempre em movimento contínuo. O mar sabe quando recuar, mas também sabe quando avançar, quando tem que ser forte. Ele pode ter inúmeras cores: de manhã, pode ser azul; em dias nublados, é verde; à noite é negro, quase não dá para vê-lo. Mas apesar disso, se juntarmos as mãos e pegarmos um pouco da sua água, nessas três situações, ela será transparente (se for limpo, claro). A vida pode ter inúmeras faces, mas sempre a mesma essência. Dizem que quando um rio está chegando em um mar, tem medo de morrer. Mas depois que é despejado percebe como é gratificante fazer parte de uma coisa tão extraordinária como o mar.
Siga essa filosofia. Seja grande, mas humilde, e aproveite a imensidão e a beleza da vida.