segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Abandono

Tenho que confessar que isso foi praticamente um abandono.

Mais de duas semanas sem postar nada, nadinha. E não sei se vou continuar postando frequentemente: tempo, trabalhos, sono, enfim.

Quando a inspiração bater, ou querer compartilhar algo interessante com vocês, corro aqui.

Abraços o/

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Reflexão de quinta 7

Coincidentemente, esse ano as aulas da nossa querida professora Elizabeth cairam na quinta novamente. A Reflexão de quinta está de volta, e nesse primeiro dia o tema escolhido por ela foi o tempo. Como são dois textos (um do grande Mario Quintana e outro de Rubem Alves), vou 'misturá-los' destacando as partes que me chamaram atenção.
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A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já terminamos o ano...
Quando se vê, já passaram 50 anos!
Se fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olharia para o relógio.
Seguraria o amor que está na minha frente e diria que o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta por falta de tempo.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.


O tempo se mede com batidas. Pode ser pelas batidas de um relógio ou de um coração. O pêndulo do relógio oscila numa absoluta indeferença à vida. A cada quarto de hora soa o mesmo carrilhão, indiferente à vida, e à morte, ao riso e ao choro. Centésimos de segundo: que posso sentir em um centésimo de segundo? Que posso viver num centésimo de segundo? [...] O tempo do relógio é indiferente às tristezas e alegrias. Há, entretanto, o tempo que se mede com as batidas do coração. Ao coração falta a precisão dos cronômetros. Suas batidas dançam ao ritmo da vida - e da morte. Por vezes tranquilo, de repente se agita, tocado pelo medo ou pelo amor. Dá saltos [...] ''Quem sabe que o tempo está fugindo descobre, subitamente, a beleza única do momento que não mais será'.'

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Despertar

Eu paro e vejo
o que passou.
E então percebo
o que a vida me ensinou.
Se no caminho,
caio outra vez,
Tento não perder a minha fé
pra levantar e talvez...
Tudo foi um sonho ruim,
E vai ficar melhor assim.
Eu não consigo esperar,
o dia em que eu possa
despertar.
Com o tempo eu vou
saber quem realmente sou.
Tento que amadurecer,
mas não esquecer o amor.
Não vou ligar se foi ruim,
a vida é e foi sempre assim.
Mesmo se tudo piorar,
sei que um dia eu posso
despertar.
Don't stop here,
I've lost my place.
I'm close behind.
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Essa música foi feita por mim e por meu primo, Fellipe, por acaso. Estavámos na praia, à noite, a lua estava perfeita. A gente tava escutando músicas no celular, então tocou Collide, do Howie Day. Lá no post 'Playlist 2', eu a classifiquei como a número 1 das músicas lentas internacionais que não podiam falta no celular, mp3 e afins. Pois é, a música é muito boa, pelo menos pra mim. Enfim, bateu a inspiração, pegamos o ritmo, adaptamos e taí o resultado.
Deixei a parte em inglês assim mesmo, por opção.
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Um mês fora do meu mundo é muito tempo. E consequentemente estou por fora, também, no que diz respeito ao mundo da música. Aos poucos estou me atualizando e em breve, mais um Playlist.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A mordomia acabou

Pois é, o tempo de sobra sem fazer nada acabou. Agora de vez.

Como um mês faz diferença, cara. Passei exatamente um mês fora da minha cidade e o que aprendi nesses 30 dias, cresci e amadureci indiscutívelmente demais. Aproveitei o bastante para ter milhares de histórias para contar pros meus netos, vi coisas que nunca esperariam acontecer, e isso mexeu muito com a minha pessoa em si. Conheci pessoas que já ficaram para trás, e outras das quais nunca esquecerei.
Mudei? Muito. Mas mudar não significa o fim do mundo, como pensava a um tempo atrás. Para mim uma pessoa tinha que ser a mesma desde de quando estava na barriga da mãe. E a principal coisa que mudei foi esse pensamento limitado. As pessoas podem e devem mudar, até porque não podemos nos isolar do mundo, que nos influência para que isso aconteça. Para falar a verdade, mudar é bom. É mudando que deixamos pensamentos infantis de lado, que reavaliamos nosso papel na sociedade, que tomamos decisões de uma forma mais madura e que, contantemente, descobrimos quem somos, até mudar novamente.

Mas enfim, essas férias foram fundamentais para o meu amadurecimento.
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O tempo de sobra me fez pensar bastante, e com o mar, a lua, e a praia então, triplique. Escrevi muita coisa, pensei em um monte de posts e cheguei até a compor músicas. Com um pouco de paciência, vou compartilhar essa mistura de novidades com vocês. É bom estar de volta.

P.S.: Não estou nenhum pouco empolgado com as aulas. O porquê não sei.