Não, ficou muito dramático, tipo 'aí meu Deus, a vida é confusa, me mostre o que é viver'. Peraí, confuso é bom. Deixa eu ver.
Segunda, 16 de novembro de 2009
Um ser confuso, ou talvez apenas incompreendido.
Quem sou eu? Hm, difícil essa hein. Mas tudo bem, vamos tentar. Eu sou como você, como seu irmão, como seu amigo... normal, até certo ponto. Digamos que atualmente o termo 'normal' não tem o real sentido, porque hoje ser falso e ser fútil é ser normal. Vestir uma máscara, mentir, fingir ser quem você não é realmente, é considerado normal. E a custo de quê? De popularidade. Ah, ser conhecido então é o que vale a pena? Ter muitos comentários em uma foto no orkut ou ser amigo (a) do (a) menino (a) mais popular do colégio é um objetivo de vida? Meus parabéns, você é normal.
Mas o meu normal é diferente. Normal, pelo menos para mim, é ter dúvidas, é se questionar constantemente, é errar, é perder, é fazer burradas, é cair, é se superar, é impressionar-se com si mesmo. É reconhecer quando fiz algo de bom, ou de ruim. É tirar um tempo pra não fazer absolutamente nada, ou pra fazer tudo o que não tinha feito ainda. É deixar para fazer tudo amanhã, e me arrepender disso. É pensar que deveria estudar mais, que deveria ter dado mais valor as pessoas e ao que tenho. É passar horas traduzindo músicas na internet, mas não para dizer que sei cantar em inglês, mas porque gosto de cantar inglês e saber o que as pessoas cantam. É se revoltar com os professores, com o mundo, e aguentar injustiças calado. É ser calmo, até de mais, e se preocupar com as coisas encima da hora. É não ter coragem de dizer 'eu te amo', pessoalmente, para as pessoas que realmente amo. É às vezes querer parar o tempo, ou desejar que ele passe o mais rápido possível. É querer esganar a todos que fazem barulho quando tento me concentrar, e muitas vezes desconto nos que não tem nada a ver. É ser pensativo, confuso e curioso. É querer ler a mente das pessoas e decifrar o seu olhar, o seu sorriso, a sua lágrima. É perceber o mundo a minha volta, e tentar me encaixar em um lugar adequado, onde existam pessoas assim, normais (...)
É, esse sou eu, por fim.
Acho que preciso melhorar isso. Outra hora, talvez.
__________________________________________________
E no fim, a prova não foi o que eu esperava. Talvez eu devesse estudar mais, ou matar os professores. Fica a dúvida.
Segunda, 16 de novembro de 2009
Um ser confuso, ou talvez apenas incompreendido.
Quem sou eu? Hm, difícil essa hein. Mas tudo bem, vamos tentar. Eu sou como você, como seu irmão, como seu amigo... normal, até certo ponto. Digamos que atualmente o termo 'normal' não tem o real sentido, porque hoje ser falso e ser fútil é ser normal. Vestir uma máscara, mentir, fingir ser quem você não é realmente, é considerado normal. E a custo de quê? De popularidade. Ah, ser conhecido então é o que vale a pena? Ter muitos comentários em uma foto no orkut ou ser amigo (a) do (a) menino (a) mais popular do colégio é um objetivo de vida? Meus parabéns, você é normal.
Mas o meu normal é diferente. Normal, pelo menos para mim, é ter dúvidas, é se questionar constantemente, é errar, é perder, é fazer burradas, é cair, é se superar, é impressionar-se com si mesmo. É reconhecer quando fiz algo de bom, ou de ruim. É tirar um tempo pra não fazer absolutamente nada, ou pra fazer tudo o que não tinha feito ainda. É deixar para fazer tudo amanhã, e me arrepender disso. É pensar que deveria estudar mais, que deveria ter dado mais valor as pessoas e ao que tenho. É passar horas traduzindo músicas na internet, mas não para dizer que sei cantar em inglês, mas porque gosto de cantar inglês e saber o que as pessoas cantam. É se revoltar com os professores, com o mundo, e aguentar injustiças calado. É ser calmo, até de mais, e se preocupar com as coisas encima da hora. É não ter coragem de dizer 'eu te amo', pessoalmente, para as pessoas que realmente amo. É às vezes querer parar o tempo, ou desejar que ele passe o mais rápido possível. É querer esganar a todos que fazem barulho quando tento me concentrar, e muitas vezes desconto nos que não tem nada a ver. É ser pensativo, confuso e curioso. É querer ler a mente das pessoas e decifrar o seu olhar, o seu sorriso, a sua lágrima. É perceber o mundo a minha volta, e tentar me encaixar em um lugar adequado, onde existam pessoas assim, normais (...)
É, esse sou eu, por fim.
Acho que preciso melhorar isso. Outra hora, talvez.
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E no fim, a prova não foi o que eu esperava. Talvez eu devesse estudar mais, ou matar os professores. Fica a dúvida.
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